Reunião discute políticas públicas em Igualdade Racial

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Discutir os resultados obtidos na implementação de políticas públicas de igualdade racial no Maranhão. Esse foi o objetivo de reunião realizada nesta terça-feira (14), na Secretaria de Estado de Igualdade Racial (Seir), com representantes do Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Fórum Intergovernamental de Promoção da Igualdade Racial (FIPIR), Secretaria de Estado da Igualdade Racial (Seir) e Comitê de Gestores Públicos Municipais de Igualdade Racial do Maranhão.

“No pacto federativo, é importante que os entes federados se encontrem regularmente para planejar e avaliar como estão sendo feitos os trabalhos, por isso, estamos aqui para se discutir os consórcios públicos enquanto instrumentos na gestão pública na promoção da igualdade racial”, explicou coordenadora Nacional do Fórum Intergovernamental de Promoção da Igualdade Racial do Nordeste (FIPIR), Maria do Carmo Ferreira da Silva.

A secretária de Igualdade Racial, Claudete Ribeiro, enumerou os principais avanços adquiridos em sua gestão. “Um deles é execução das ações no próprio município com o apoio dos prefeitos, das equipes técnicas e por meio de um elemento novo: o gestor municipal. Uma outra conquista é o reconhecimento da nossa atuação pelas outras secretarias estaduais, que intensificam suas ações para as comunidades indígenas, quilombolas, ciganas e tradicionais, colaborando para políticas públicas no setor”, afirmou.

O coordenador do Comitê de Gestores Públicos Municipais de Igualdade Racial, Paulo Roberto Dumas, destacou a importância do trabalho conjunto entre governos municipal, estadual e federal. “A presença da coordenadora nacional só nos traz o fortalecimento e engradecimento das nossas ações, já que são nos municípios que elas serão materializadas para os cidadãos. Nessa parceria, os municípios que saem ganhando”.

Segundo ele, a nova gestão propõe soluções inovadoras. “Pela primeira vez, conseguimos transferir recursos e tecnologias sociais para que essas comunidades que, até então não estavam sendo reconhecidas, estivessem sob o olhar do poder público”, finalizou.